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Pão de Açúcar


O Pão de Açúcar, por sua forma de ogiva, pela localização privilegiada, pela presença na história da cidade, pelo original acesso ao seu cume, é um marco natural, histórico e turístico da cidade do Rio de Janeiro.
Marco natural, porque o pico do Pão de Açúcar está na entrada da Baía de Guanabara, sendo referência visual para os navegadores que, do mar ou do ar, o procuram por estar localizado na periferia da cidade.
Marco histórico, porque aos seus pés, Estácio de Sá, em 1º de março de 1565, fundou a Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Estácio de Sá chegou ao Rio de Janeiro em 28 de fevereiro de 1565 e no dia 1º de março lançou os fundamentos da cidade, entre os morros Cara de Cão e Pão de Açúcar, por ser local de mais fácil defesa. O local permitia, não só a observação de qualquer movimento de entrada e saída de embarcações da baía, como facultava a visão interna de todos os possíveis invasores.
Marco turístico, porque a inauguração do teleférico do Pão de Açúcar em 1912, projetou o nome do Brasil no exterior. O teleférico do Pão de Açúcar foi o primeiro instalado no Brasil e o terceiro no mundo, aumentando o desenvolvimento do turismo nacional. Não é sem razão que é chamado de a Jóia Turística da Cidade Maravilhosa.
 

Corcovado – Cristo Redentor


O Morro do Corcovado, tendo em seu topo a imagem do Cristo Redentor, é um dos principais símbolos da cidade. Esse imenso bloco de rocha vertical e aparente, emergindo da mata, dominando tudo a sua volta é, sem dúvida, um dos motivos que fazem do Rio de Janeiro a “Cidade Maravilhosa”.
Construída em concreto armado, revestido por pequenos triângulos de pedra-sabão, sobre um pedestal de 8 metros de altura, onde há uma capela para 150 pessoas, a estátua mede 30 metros de altura; a distância entre os extremos dos dedos é de 28 metros; seu peso total é de l.l45 toneladas, sendo que a cabeça pesa 30 toneladas e os braços 88 toneladas cada um. A subida ao topo do Corcovado pode ser feita de trenzinho ou carro de passeio. (Endereço: Estação do Trenzinho: Rua Cosme Velho, 513 – Cosme Velho – Tel: Horário: Diariamente das 8:30 às 18:30h.)

natação

Natação



A natação é um esporte que trabalha todos os grupamentos musculares, ajuda a reduzir a gordura corporal, alivia as tensões do dia-a-dia e ajuda a recuperar lesões. Ao nadar todos os estilos desse esporte (crawl, costas, peito e borboleta) a pessoa estará trabalhando todos os grupamentos musculares. O risco de lesões para quem pratica natação é pequeno porque a água amortece os impactos. E o fato de a água amortecer os impactos torna esse esporte excelente para a recuperação de lesões.

Dia da Natação,

oje comemoramos o Dia da Natação, essa atividade que faz muito bem a saúde, pois estimula e movimenta quase todos os músculos do corpo e, por isso, é considerado o esporte mais completo de todos.
Nos primórdios, a natação era um meio de sobrevivência do homem, que precisava fugir de animais maiores ou caçar sua alimentação por entre rios e lagos. Atualmente, ela pode ser vista como um método de recreação e um esporte, em suas várias modalidades.
Sendo recomendada para qualquer idade, além de estimular as atividades cardíacas e respiratórias, a natação permite que o nadador não sofra os impactos específicos que podem lesar as articulações musculares – o que é muito comum em outros exercícios físicos.
Para os praticantes desta atividade, os suplementos à base de carboidratos são essenciais. Carboidratos são as principais fontes de energia para o cérebro e para o corpo e seu consumo aumenta a resistência e o desepenho, mantendo ou aumentando a produção de energia durante o exercício ou atrasando a ocorrência da fadiga, além de ativar o catabolismo muscular (perda de proteína muscular para fornecimento de energia).
Os suplementos à base se carboidratos mais utilizados por praticantes de natação são a maltodextrina, dextrose e os carboidratos em gel.
  • Maltodextrina: é um carboidrato complexo, ou seja, sua absorção é gradativa. Fornece energia durante a atividade física e retarda a fadiga (porque proporciona a liberação gradual de glicose para o sangue), melhorando o desempenho. Ideal para uso antes do treino.
  • Dextrose: carboidrato simples, de alto índice glicêmico, sendo de rápida absorção. É ideal para ser consumido quando se necessita de energia imediata e/ou logo após o treino, para a recuperação de energia para massa muscular e glicogênio (estoques de energia) gastos durante os exercícios.
  • Carboidratos em gel: são formulados, em geral, com uma combinação de carboidratos simples e complexos (frutose, maltodextrina, glucose). Contém, ainda, vitaminas que auxiliam no metabolismo energético e sais minerais. Desenvolvidos para fornecer energia de forma rápida e prática.   Durante o treino, é interessante o uso de repositores hidroeletrolíticos ou isotônicos, que possuem em sua formulação carboidratos e sais minerais. Essa suplementação é sugerida, uma vez que a sensação de sede é menos perceptível por quem pratica esportes aquáticos como natação, podendo haver risco de desidratação se não houver reposição hídrica constante. Os isotônicos são indicados pois devido a sua composição, sua absorção é mais rápida.   Outro suplemento que pode ser utilizado é o BCAA, composto pelos aminoácidos leucina, isoleucina e valina. O BCAA é um suplemento que possui uma ação anticatabólica, não permitindo que haja perda de massa muscular para o fornecimento de energia. Além de promover força e fornecer energia, evitando a fadiga.   Independente do uso de suplementos, é necessário que o praticante de natação tenha uma alimentação equilibrada, com o consumo de todos os grupos de alimentos para que atenda todas as suas necessidades nutricionais individuais. A alimentação deve privilegiar cereais integrais, legumes, verduras e frutas, leguminosas, óleos vegetais, preferencialmente orgânicos.
Se você ainda não pratica nenhum esporte, procure um que lhe agrade e comece a desenvolver uma atividade física. Faz muito bem para o corpo e para alma!

dicas ciclismo



ciclismo é um esporte prático, fácil e que te coloca em forma. Além disso ele possui diversas modalidades. Seja na rua, na ergométrica ou no spinning ele vem trazendo inúmeros adeptos.

LAERTE SAPUCAHY - PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA: “Atividade não é por uma estação, não é pro verão, não é para um final de semana, então a gente tem que ter consciência que a gente não vai de uma forma saudável emagrecer por um final de semana.”

Pedalar te dá disposição e vontade, mas não esqueça que esporter não é para um dia e sim para a vida toda. Então siga os conselhos do Dr. Luiz Fernando.

LUIZ FERNANDO DE MEDEIROS - ORTOPEDISTA: “Primeira dica é faça exercício, mexa-se, pratique um esporte seja ele qual for. Segundo se você vai praticar exercício ou esporte obviamente consulte seu médico, consulte o seu ortopedista, procure o profissional que faça um planejamento do seu treinamento. Isso também obvio que é importante, equipamento é uma coisa importante. Quando eu falo equipamente obviamente eu falo em tênis adequado, em roupas adequadas, em material adequado. Alongue-se antes de todo e qualquer exercício seja o ciclismo ou seja a corrida, o alongamento é uma chave para manutenção do seu sucesso e finalmente faça exercícios.”

Então se você quer dar aquela secada pedale sim, mas não se esqueça que a postura é muito importante.

LUIZ FERNANDO DE MEDEIROS - ORTOPEDISTA: “Você deve evitar uma flexão forçada acima de noventa graus do joelho, deve evitar uma extenção forçada próxima de zero grau do joelho, ta certo. A posição em relação ao banco, não ficar nem muito alto nem muito baixo, o guidon não deve ficar tão distante pra evitar que você faça uma flexão forçada da coluna basicamente estes cuidados serão suficientes para manter a sua forma e sem judiar, sem prejudicar as suas articulações e a sua coluna.”

Mas é claro que pedalar ao ar livre é gostoso, agradável e faz você apreciar toda beleza natural que a cidade oferece, porém não deixe de tomar alguns cuidados.

LAERTE SAPUCAHY - PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA: “Saber se a bicicleta está em condições porque a gente vê que está aqui na praia passa uma pessoa na bicicleta do filho, a bicicleta é muito pequena pro tamanho da pessoa, ou então a pessoa está um pouco acima do peso e não colocou um banquinho, não colocou uma bermuda adequada, então tudo aquilo vai julgar contra o melhor desencolvimento não só do lazer mas também do aprimoramento físico dessa pessoa.”

Como já falamos o ciclismo tem algumas variedades e uma delas é o spinning que foi criado em 1995 nos Estados Unidos pelo sulafricano Jonatan Gutembertg, mais conhecido como Johnny G. Isso para atender suas necessidades de treinamento sem ser afetado pelas condições climáticas, e para ficar mais próximo de sua mulher que estava grávida.

LAERTE SAPUCAHY - PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA: “Ele desenvolveu essa bicicleta na sua própria garagem para poder aprimorar os treinamentos, ele passou a obter mais sucesso na prova que ele tava treinando, quando ele passo a ter um controle maior das intensidades físicas, monitoramento cardíaco uma empresa se interessou pelo projeto dele, começou a monitorar a intensidade de esforço e começou a ser comercializada”

A prática do spinning traz para dentro das academias condições perfeitas para o seu treino, além de chamar aqueles preguiçosos que precisam de alguém para estimular.

POVO FALA
1 – “Você numa aula com bastante gente você acaba tendo mais força, você acaba queimando mais do que você treinando sozinha”
2 – “O lado motivacional, o lado de você se concentrar mais o lado de você estar focado em uma atividade”
3 – “Além de ser um fator de integração social muito grande, você consegue benefícios e uma motivação maior quando você está treinando em grupo a você estar treinando sozinho”

Já que estamos falando de ciclismo é bom desmentir aquela história que fazer esta atividade todos os dias traz problemas aos joelhos.

LUIZ FERNANDO DE MEDEIROS - ORTOPEDISTA: “Não há nenhuma base pra você afirmar que você poderia trazer um grande prejuízo ou um pequeno prejuízo para o seu joelho em relação ao ciclismo. Você pode ter alguma dor na coluna, alguma dor em relação ao cóxis por ficar muito tempo sentado, mas em relação ao joelho jamais isso realmente me parece muito mais um mito do que outra coisa qualquer até porque se você pensar, uma das formas de você recuperar joelhos operados, uma das formas de você ganhar musculatura da coxa para não sobrecarregar o joelho é justamente você trabalhar na bicicleta”

Você pode pedalar na rua, na ergométrica ou no spinning. O importante é se exercitar. Acho que agora você ficou com vontade de pedalar, pois deixe essa preguiça de lado e boa sorte.

Regras do cisclismo

PISTA
Disputadas no velódromo, as provas de pista são realizadas com bicicletas de 5,5 kg a 7,5 kg desenvolvidas para atingir altas velocidades. Os ciclistas são obrigados a usar capacetes, desenhados de forma aerodinâmica para permitir uma mínima resistência ao ar.
O velódromo tem forma oval e pode ter uma circunferência entre 250 m e 333 m, com duas curvas inclinadas a 41º. Normalmente é feito de madeira de alta qualidade e tem várias linhas desenhadas que servem de indicação aos ciclistas.
Velocidade – É o evento clássico da modalidade. Dois ciclistas entram no velódromo para competir um contra o outro. A prova de velocidade é eliminatória, realizada em três voltas. O percurso tem 1.000 metros, mas só os 200 metros finais são cronometrados. Nos primeiros 800 metros, os competidores andam o mais devagar possível, evitando ficar na frente para não dar a vantagem do vácuo ao adversário. São disputadas provas individuais masculinas e femininas.
Perseguição – Os competidores largam em posições opostas do velódromo. Ganha quem ultrapassar primeiro o adversário, ou quem completar o percurso (3 km para as mulheres, 4 km para os homens) em menos tempo. São disputadas provas individuais, para homens e mulheres, e por equipes, somente para homens. Na perseguição por equipes quatro ciclistas largam de lados opostos, completando 14 voltas. Vence o país que terminar primeiro o percurso com três atletas ou aquele cujo terceiro componente ultrapassar o terceiro da equipe adversária.
ciclismo no velodromo A História do Ciclismo | no Brasil, Regras e InfográficoContra o relógio – Cada ciclista larga sozinho na pista, em intervalos de 90 segundos, para percorrer 1.000 metros (homens) ou 500 metros (mulheres) no menor tempo possível. São disputadas apenas provas individuais.
Corrida por pontos – É a prova mais longa do ciclismo de pista (40 km para homens e 25 km para mulheres). A cada sprint de dez voltas, os quatro mais rápidos recebem uma pontuação. O primeiro, cinco pontos; o segundo, três pontos; o terceiro, dois pontos; o quarto, um ponto. No último sprint, a pontuação é dobrada. Ganha quem somar o maior número de pontos. São disputadas apenas provas individuais.
Velocidade olímpica – Disputada apenas por homens, é realizada por dois times de três ciclistas. As equipes largam de posições opostas do velódromo e na primeira volta são lideradas por um ciclista, que sai de cena quando a volta é completada. Na segunda volta, outro ciclista assume a ponta saindo da pista ao término do percurso. Na última etapa, o terceiro competidor completa a prova e, em seguida, são somados os pontos dos três ciclistas para se estabelecer o vencedor.
Keirin – É uma competição originária do Japão. A prova, disputada apenas por homens, consiste em oito voltas. Nas primeiras cinco voltas e meia os competidores seguem uma bicicleta motorizada, que dita o ritmo até chegar aos 45 km/h, para, em seguida, abandonar a pista e deixar os competidores disputarem as medalhas nas últimas duas voltas e meia.
Madison – Competição por equipes. Dois ciclistas se alternam na pista: enquanto um descansa girando na parte alta do velódromo, o outro corre o mais rápido possível na parte de baixo da pista. Quando acontece a troca, o ciclista que está na parte de baixo toca o selim do companheiro para que este prossiga pedalando. A cada vinte voltas a dupla pontua. Ganha quem completar o maior número de voltas. Se houver empate, o vencedor será o que somou mais pontos. Apenas disputada por homens.
MOUNTAIN BIKE
O mountain bike é disputado em um terreno de cross-country, com subidas, descidas e trilhas de lama. O vencedor é aquele que primeiro cruzar a linha de chegada. Para homens, o circuito varia entre 40 e 50 km. Para as mulheres, entre 30 e 40 km, com obstáculos naturais.
BICICROSS
O bicicross vai fazer a sua estréia nas Olimpíadas de Pequim com a disputa masculina e feminina em pistas com saltos e obstáculos, que podem variar entre 300 m e 400 m. Em cada bateria eliminatória, o ciclista ganha pontos de acordo com a posição que chega (por exemplo, se for o primeiro, ganha um ponto, e assim sucessivamente). No final das eliminatórias avançam para a próxima fase os melhores colocados. Assim segue a disputa até chegar à decisão da competição.

sobre ciclismo


ciclismo A História do Ciclismo | no Brasil, Regras e InfográficoO ciclismo como é conhecido hoje começou a ser praticado em 1816, quando um nobre alemão chamado Karl Drais colocou um guidão para direcionar a roda dianteira do celelífero. A bicicleta rudimentar foi criada provavelmente na França na segunda metade do século 18 e consistia em uma trave de madeira com duas rodas.
Poucos imaginavam na época que quase dois séculos depois o esporte criado a partir do celerífero viveria uma crise sem precedentes. Nos últimos anos, a modalidade vem lutando contra os escândalos de doping que mancharam sua imagem. Alguns dos principais atletas do mundo foram envolvidos em polêmicas com substâncias proibidas. A Volta da França, principal evento no planeta, é cheia de casos suspeitos, com abandonos de equipes inteiras no meio da competição. O último escândalo foi em 2006, quando o então campeão, o norte-americano Floyd Landis, foi flagrado no antidoping e perdeu o título.
Motivo de preocupação que se originou em uma máquina que era motivo de píada. Quando Drais criou sua bicicleta, o estranho objeto era olhado com estranheza pelas ruas. Mas a praticidade levou à popularização e a máquina, batizada como draisina, se espalhou rapidamente por toda a Europa, principalmente na França, na Alemanha e na Inglaterra.
Em 1819 as primitivas draisinas de madeira foram substituídas pelas de ferro e disputaram uma corrida de 10 km. Vinte anos depois, um ferreiro escocês chamado Kirkpatrick McMillan agregou alavancas que permitiam impulsionar as draisinas sem ter que colocar os pés no solo. Estas alavancas faziam girar o eixo traseiro como nos atuais carrinhos de criança. O pedal foi incorporado em 1861, por Pierre Michaux, um ferreiro francês. Seis anos mais tarde, Michaux e seu filho Ernest apresentaram seu modelo de velocípede na Exposição Internacional de Paris.
Em 1868, foi realizada na França a primeira corrida de velocípedes em pista, sobre uma distância de 1.800 metros. A prova foi vencida pelo inglês James Moore, que também venceu a primeira corrida unindo duas cidades, a Paris-Rouen, em 1869. Naquele ano, uma empresa já produzia 200 máquinas por dia com o nome de bicicleta e várias alterações em relação ao projeto original, adaptadas por inventores de diversas partes do mundo: rolamentos, banda de borracha nas rodas, freios na roda e tubos de metal para o quadro.
Em 1870, James Starley criou a grande-bicicleta, com uma roda dianteira gigante de 1,50 metro de diâmetro e uma roda traseira minúscula, de 50 centímetros, com rodas de raios de arame e bainhas de sabre como forquilhas. Nessas engenhocas foi disputada a corrida entre Florença e Pistóia, na Itália, com um percurso de 33 km, vencida pelo norte-americano Rynner van Neste.

História da Ciclismo,

Ciclismo
História da Ciclismo, mountain bike, BMX, estrada, pistas, benefícios para a saúde, estilos, esporte olímpico, bicicleta
ciclismo esporte Ciclismo: um esporte muito praticado no mundo todo
O que é e história da Ciclismo

O ciclismo é um esporte praticado com a utilização de uma bicicleta. Surgiu como esporte no século XIX, na Inglaterra. Faz parte dos Jogos Olímpicos desde a primeira edição da era moderna (1896), realizada em Atenas. As competições de ciclismo são divididas em três modalidades principais: pista, mountain bike, estrada e BMX.
Competições de Pista

Nesta modalidade as pistas podem ser de concreto ou madeira. As provas são: velocidade, perseguição individual, perseguição por equipes, velocidade olímpica, corridas por pontos, quilômetro contra o relógio, madison (uma hora de corrida para cada ciclista, sendo o vencedor aquele que fizer mais voltas) e keirin (oito voltas na pista em que os ciclistas devem acompanhar uma bicicleta motorizada).
As bicicletas utilizadas não possuem freios e a inclinação das pistas de competição pode chegar a 42º. As competições são realizadas em pistas de 4 quilômetros de extensão.

Mountain Bike

As provas são disputadas numa pista de terra com várias irregularidades (buracos, elevações e obstáculos). Existem as seguintes categorias: Cross Country (praticada em terreno irregular com muitas subidas e descidas), Free Ride (em pistas com muitos saltos e descidas) e Down Hill (somente descida em alta velocidade).

Competições de Estrada

Existem dois tipos principais de provas: resistência (para homens são 195 km e para mulheres 70 km) e contra o relógio (os ciclistas partem de dois em dois minutos e vence quem fizer o menor tempo). As primeiras competições oficiais desta modalidade ocorreram em Paris, no final do século XIX.

BMX

As provas ocorrem em pistas de 350 metros com diversos obstáculos. São duas modalidades: corrida (BMX Racing) e manobras (BMX Freestyle).

Benefícios para a saúde

A prática do ciclismo, desde que feita com orientações de especialistas e acompanhamento médico, é benéfica para o desenvolvimento muscular e cardiovascular. É uma excelente atividade aeróbica e sua prática regular queima muitas calorias.

Ciclismo nas Olimpíadas de 2012 (Londres)

- Foram realizadas, nas Olimpíadas de Londres, 20 provas de ciclismo nas seguintes modalidades: Pista, Mountain Bike, Estrada e BMX. O Reino Unido foi o país que mais se detacou, ganhando 12 medalhas (8 de ouro, 2 de prata e 2 de bronze).

Curiosidades:
- As competições internacionais oficiais de ciclismo são organizadas pela UCI (Union Cycliste Internationale) com sede na cidade de Aigle (Suíça).
- No Brasil, as competições oficiais são organizadas pela CBC (Confederação Brasileira de Ciclismo).
- O primeiro campeonato mundial de cliclismo de pista ocorreu no ano de 1895.
- Atualmente, as grandes potências mundiais do ciclismo são: Reino Unido, Austrália e Alemanha.
 

Comprar uma bicicleta motorizada ou elétrica?


Comprar uma bicicleta motorizada ou elétrica?

Em tempos de engarrafamentos e transporte público precário cada vez mais pessoas buscam soluções individuais de transporte. Hoje ao circular pelas cidades é muito comum nos depararmos com bicicletas motorizadas e bicicletas elétricas sendo utilizadas como transporte, lazer e até para serviços de courrier e entregas de restaurantes, mercadinhos e farmácias.
Mas e na hora de comprar uma bicicleta destas? Qual a mais econômica? A que tem melhor desempenho? Velocidade? E autonomia?
Com certeza estas são as primeiras perguntas que o candidato a proprietário de uma bicicleta motorizada ou bicicleta elétrica faz…
O nosso objetivo é “comparar” estas duas alternativas maravilhosas de transporte e lazer.
O primeiro ponto é que os dois tipos de motorização podem ser comprados em forma de kit e montados pelo proprietário ou já prontas para andar (montadas). O segundo é que se tratam de kits para motorização de bicicletas…
Bicicleta Elétrica
Kit Bicimoto motor elétrico de  800 Watts











O kit Bicimoto de motor elétrico vem com todas as peças e partes necessárias a sua instalação. Não requer conhecimentos profundos de elétrica ou mecânica. Para os totalmente leigos melhor recorrer a uma oficina ou optar pela compra de uma bicicleta elétrica já montada.
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Comprar uma bicicleta elétrica pronta ou instalar um kit?

O mercado de bicicletas elétricas nacional oferece muitos modelos e opções de bicicletas elétricas com aros de 20″, 24″ e 26″… Modelos com e sem suspensão, quadros masculinos e femininos, bicicletas elétricas com vocação urbana, off road e até cargueiras…
Além da questão dos modelos existe um diferencial importante… A potência do motor.
As bicicletas elétricas  mais comuns no mercado nacional tem motores com potências de 250 a 1000 Watts.
Não menos importante ainda temos a considerar o fator preço. Bicicletas elétricas de fabricantes/importadores tradicionais tem preços a partir dos R$ 2.600,00 chegando a mais de R$ 5.000,00 (as “Top” de linha)  preço comparável ao de uma motocicleta de 125cc…
Um exemplo de modelo na faixa dos R$ 2.800,00 a R$ 3.000,00










Esta bicicleta tem 250 Watts, velocidade máxima de 30 Km/h, autonomia aproximada de 40Km e recarga completa entre 6 e 8 horas. Não seria, digamos, uma bicicleta elétrica voltada ao público feminino? Será que agradaria ao adolescente de seus 15 ou 16 anos?
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Comprar uma bicicleta motorizada ou elétrica?


Em tempos de engarrafamentos e transporte público precário cada vez mais pessoas buscam soluções individuais de transporte. Hoje ao circular pelas cidades é muito comum nos depararmos com bicicletas motorizadas e bicicletas elétricas sendo utilizadas como transporte, lazer e até para serviços de courrier e entregas de restaurantes, mercadinhos e farmácias.
Mas e na hora de comprar uma bicicleta destas? Qual a mais econômica? A que tem melhor desempenho? Velocidade? E autonomia?
Com certeza estas são as primeiras perguntas que o candidato a proprietário de uma bicicleta motorizada ou bicicleta elétrica faz…
Fotos de Bicicleta Motorizada 50cc   (oferta imperdível) Caruaru

bicicleta motorizada

As bicicletas motorizadas podem ser uma ótima solução para quem mora em cidade grande e não quer perder parte do dia no trânsito, nem acordar muito cedo para não chegar ao trabalho atrasado. De carro ou ônibus, um percurso de poucos quilômetros, que normalmente seria feito em quinze e vinte minutos, se transforma em uma entediante viagem longa e cansativa de mais de uma hora.
A bicicleta pode resolver o problema de transporte, mas, levando-se em consideração o esforço necessário para chegar até o trabalho, não é uma boa ideia optar por uma tradicional. Depois de alguns quilômetros você chegaria cansado e suado, louco para voltar para casa. Neste caso, a melhor solução é um meio de transporte rápido e que não vai te cansar e nem te deixar suado, a bicicleta motorizada. Ela simplesmente vai solucionar o problema do trânsito caótico diário.
Usamos como exemplo a bicicleta motoriza da marca Track & Bikes, ela possui o quadro feito em aço carbono reforçado, os pedais possuem refletor e ela atinge a velocidade de 30km por hora. A bike da Track & Bikes é equipada de para lamas nas rodas, para evitar que você se suje, amortecedores dianteiros e pode ser usada como uma bicicleta normal, daquelas tradicionais. Não tem nenhum mistério quanto ao uso.
A bicicleta da Track & Bikes faz 80 quilômetros com 1 litro de gasolina, e o seu tanque tem capacidade para armazenar um litro e meio. A autonomia total da bicicleta é de aproximadamente 120 km.
Bicicleta Com Motor
Bicicleta Com Motor
É uma bicicleta muito confortável e segura, e a economia que você vai conseguir trocando o carro pela bicicleta ou deixando de lado os meios de transporte público, é muito grande.
A bicicleta motorizada além de te fazer economizar com o transporte, também te fará economizar os minutos e até horas a cada dia, porque o tempo no trânsito será reduzido drasticamente. Além disso, ela também será uma super companheira para usar no tempo do lazer e descanso para passear com amigos.
As bicicletas motorizadas podem ser encontradas em qualquer loja especializada em bicicleta ou em grandes lojas como Ponto Frio e Magazine Luiza. Elas costuma custar em média R$ 2.000,00 e com preços promocionais podem ser compradas por até R$ 1.600,00.

Como começar no mountain bike.

Como começar no mountain bike.

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Quem curte pedalar e quer começar no mountain bike deve, em primeiro lugar, atentar para itens obrigatórios de segurança e equipamentos básicos para a prática do esporte. Não basta apenas sair pedalando por aí. É preciso cercar-se dos cuidados corretos para poder, depois desse primeiro passo', desenvolver-se no esporte cada vez mais.
A primeira coisa é escolher a bicicleta que será utilizada. Avalie o quanto poderá pagar por ela e qual será o seu uso como, por exemplo, se você vai querer andar com ela mais por asfalto do que por trilhas. Na hora de comprá-la procure uma loja especializada e deixe claro ao vendedor como você pretende utilizá-la. Se você já tem uma bike, vale a pena você levá-la a uma dessas lojas para saber quais são as suas limitações.
Depois de estar com a sua bicicleta, veja se ela está mesmo sem problemas ou precisando de algum reparo. Não é uma boa começar a prática do esporte com um equipamento danificado, principalmente para a sua segurança.
Após tudo verificado, antes de subir na bicicleta, algo que é obrigatório para qualquer biker: o capacete. Só com ele você fica protegido e com o mínimo de segurança necessária para pedalar. Andar sem capacete é correr um grande risco desnecessariamente.
Com que roupa eu vou - É recomendável também que você tenha uma bermuda especial para as pedaladas. Ela fará com que você se sinta mais confortável e facilitará os seus movimentos. Conforto e liberdade de movimentos são importantes, aliás, mesmo se você decidir colocar algum outro tipo de vestuário.
Completando o figurino e ajudando você a ficar mais seguro, entram as luvas. Elas irão proteger as suas mãos em caso de queda e, dependendo da modalidade do mountain bike que você escolher futuramente, poderão ter até características específicas.
Companheiros para a aventura - Mas e se, depois de todos esses
preparativos, você descobrir que nenhum dos seus amigos gosta ou conhece de pedaladas o suficiente para te ajudar? Uma boa dica, é começar nos grupos noturnos de bikers, como o Bike Amparo / Sampa Bike / Endurance Bike / Campinas Bike Clube / Greenbikers / CiaBikers / VPA Bike Clube. Assim você poderá conhecer pessoas que também curtam trilhas e começar, primeiro em estradas de terra e depois em trilhas leves.

Caso a sua cidade não tenha esses grupos noturnos de pedalada, uma outra idéia é montar grupos tendo como ponto de encontro Parques ou Praça da sua cidade. Com certeza, nesses locais, você encontrará pessoa com os mesmos interesses que você, informe-se.
É importante reconhecer o seus limites e procurar por pessoas mais
experientes que possam acompanhá-lo neste primeiro passo. Assim, além de começar a praticar este esporte, você conhecerá muitas pessoas e, com certeza, fará novos amigos.

Depois, é muito treino, muitas trilhas, alguns erros até você se transformar em um biker experiente e poder ensinar outras pessoas. Por agora, saiba respeitar os seus limites e aproveitar, muito bem, esses primeiros passos.

ciclismo de pista


O ciclista brasileiro Renato Rezende começou bem as quartas de final do BMX nas Olimpíadas de Londres, porém teve uma queda na primeira curva da segunda bateria e abandonou a prova, nesta quinta-feira, perdendo a chance de avançar às semifinais. Um outro ciclista ainda se chocou com o brasileiro na pista. Ele saiu andando normalmente, mas sofreu uma luxação no ombro direito e não pôde disputar as baterias seguintes.
Renato foi atendido na policlínica da Vila Olímpica, onde foi medicado, e já voltou para o quarto. De acordo com o chefe da equipe, Francisco Cusco, a previsão de recuperação é de cinco a seis semanas. Mas, se o atleta responder bem ao tratamento, pode voltar aos treinos daqui a três ou quatro semanas. A possibilidade de fratura foi descartada após os exames.
O brasileiro ficou em segundo lugar na primeira bateria, com o tempo de 38s343, atrás apenas do holandês Raymon van der Biezen. A posição deixava o brasileiro em boas condições de se classificar – nas quartas de final do BMX, há cinco baterias, e os quatro primeiros de cada grupo avançam às semifinais.
No entanto, na segunda descida, Renato caiu na primeira curva, quando ocupava a terceira posição. Quando estava no chão, ele foi atingido pela bicicleta do equatoriano Emilio Falla Buchely, que vinha atrás. O brasileiro logo se levantou, mas não conseguiu continuar na competição.
O Brasil ainda tem uma representante no BMX. No feminino, Squel Stein vai disputar as semifinais, na sexta-feira, às 11h (de Brasília).

ciclismo de montanha

Introdução a Quais são as categorias do ciclismo de montanha?

Quer você pratique o esporte pela adrenalina, pela diversão, pelo desejo de se tornar um atleta, ou ainda pelo simples fato de que você aprecia o exercício, o ciclismo de montanha é uma atividade que se tornou vício para milhões de pessoas em todo o mundo. As mountain bikes, na verdade, respondem pela maioria das vendas de bicicletas especializadas nos Estados Unidos e no Reino Unido.

Ciclismo de montanha
© istockphoto.com /Sportstock

Desde que a primeira mountain bike chegou ao mercado, quase quatro décadas atrás, essa resistente máquina de duas rodas acionada pela força humana se tornou dominante no mundo do ciclismo. Do começo dos anos 70 ao começo dos 90, as mountain bikes deixaram de ser uma novidade montada artesanalmente e passaram a responder pela vasta maioria do mercado de bicicletas – quase 95% em 1993 [fonte: Worland]. A liberdade que esse esporte oferece aos praticantes era um atrativo inegavelmente poderoso. Não muito depois disso, em 1996, o ciclismo de montanha cross-country se tornou esporte olímpico, para homens e mulheres.

Desde então, o design das mountain bikes evoluiu a tal ponto que existem poucos lugares que não podem ser alcançados de bicicleta. As mountain bikes de hoje, com seus pneus especiais, múltiplas marchas e suspensão de molas, diferem fortemente, a depender de onde e como você deseje usá-las.

Estamos certamente bem longe dos primeiros dias do ciclismo. As primeiras bicicletas, na metade do século 19, eram construídas com estruturas de madeira e aros de roda metálicos, e mantê-las equilibradas não era fácil. Mas as mais modernas podem ir a quase qualquer lugar, e diversos estilos desse esporte surgiram para aproveitar tudo aquilo que as mountain bikes podem fazer.

O ciclismo de montanha, como esporte, se dividiu em diversas categorias básicas, cada qual com equipamento, técnicas e multidões de adeptos específicos. Algumas dessas categorias têm por foco a velocidade; outras, a agilidade; e em outras os praticantes fazem manobras que desafiam a gravidade e causam espanto a nós todos, os espectadores lá embaixo.

Assim, quais são as diversas modalidades desse atraente esporte? Pedale adiante para descobrir.  

AS BICICLETAS

aço. aço é uma liga de ferro e carbono, com esse último variando de 0,008 a 2,11%.

surly ogre
a tecnologia do aço está sendo desenvolvida pelos humanos desde a idade do ferro. essa tecnologia foi empregada em armas, construções, máquinas diversas…
e por fim, em variações bem leves, na estrutura dos aviões e nos quadros de bicicleta.
nessa mistura de ferro e carbono, são adicionados outros metais que dão características bem específicas a essa liga. alguns aços são resistentes à oxidação atmosférica. ou seja, não formam aquela camadinha oxidada, alaranjada, que chamamos de ferrugem.
são os aços inoxidáveis. normalmente eles possuem um percentual de 8% em média de outro metal, o cromo.
mas uma liga específica, que é constituída de ferro, carbono, cromo e molibdênio tem características bem interessantes: por ser muito resistente, permite que se faça uma peça tão resistente quanto uma outra peça de aço carbono, usando de metade a um terço de material.

traseira de hetchins magnun opus ultralite
se usamos menos material, o peso será menor. assim, podemos fazer um tubo cuja parede tenha 1mm de espessura, em aço carbono, com a resistência X. podemos fazer um tubo em aço cromo-molibdênio com a mesma resistência X usando paredes de 0,5mm ou menos. terá a mesma resistência mas será mais leve, pois usa menos material.
se for feito na mesma espessura, de paredes, 1mm, o tubo feito em aço cromo-molibdênio será muito mais resistente que o tubo de aço carbono. mas resistente a quê? a cargas. resistente a quebra por fadiga. e mais resistente à corrosão (embora não inoxidável) que o aço carbono.
essa liga, conhecida também como aço 4130, cromo-molibdênio, cromoly, chromoly, cr-mo, e etc, foi e continua sendo muito utilizada na indústria aeronáutica e para fazer quadros de bicicleta.
como a tecnologia do aço é dominada à milênios, também está amplamente disseminada. assim, em qualquer lugar há uma máquina de solda e um soldador que seja capaz de reparar, mesmo que porcamente, esse material.
os quadros das bicicletas acompanharam, na sua feitura, a evolução do uso dos materiais. não à toa, muito antes dos carros de fórmula 1, foram feitos quadros de outro materiais, como alumínio, titânio e mesmo fibra de carbono e outros materiais plásticos.
cada material tem suas vantagens e desvantagens: plasticidade, preço, resistência, durabilidade…
a mim, e a diversos outros ciclistas ao redor do mundo, o equilíbrio entre qualidades e defeitos encontra-se no aço cromo-molibdênio (e em algumas de suas variantes). houve uma época, até os anos 80, em que os quadros de aço cromo-molibdênio reinaram nas competições. mas logo o alumínio, o titânio e a fibra de carbono se impuseram nas competições, deixando o aço cromo-molibdênio de lado. à mesma época, em razão do uso mais exigente em relação à resistência e à resiliência, o aço cromo-molibdênio reinou nas mountain-bikes mas foi substituído pelo alumínio tratado em novas ligas (p. ex., liga 7005), e hoje pela fibra de carbono. mas no reino do cicloturismo e da longa distância não competitiva (randonnées) e de bicicletas feitas sob medida, o aço cromo-molibdênio e suas variantes (ligas diversas, como cromo-molibdênio-vanádio) reinam. não há o que o substitua nesse mundo.
um exemplo dessa permanência é a marca surly, que faz quadros com aço 4130, de dupla espessura nos tubos principais, provavelmente usando tubos reynolds 520 – fabricados pela subsidiária asiática da reynolds, empresa que fabrica ótimos tubos de cromo-molibdênio e de outras ligas aparentadas.
não são os quadros mais leves do mercado, mas são os que possuem maior número de particularidades que permitem pendurar coisas, prender coisas no quadro, coisa desnecessária em competições mas ultra-necessárias no cicloturismo.
basta observar um quadro surly long haul trucker, que possui olhais em tudo quanto é lado, para prender pára-lamas e bagageiros, dianteiros e traseiros, separadamente, além de 3 locais para aparafusar os suportes de caramanhola, suporte para a bomba de ar de quadro, e ainda por cima no chain stay esquerdo um pequeno luxo: abinhas para prender 3 raios de reserva. tente achar uma bike de fibra de carbono com esses detalhes.
o outro detalhe que gosto muito do aço cromo-molibdênio é a resiliência, ou seja, a flexão que absorve impactos e retoma a forma anterior. isso faz com que absorva bem os impactos.
por fim, a possibilidade de se desentortar o que foi entortado. um quadro de alumínio que tenha o triângulo traseiro entortado num atropelamento nunca será recuperado. um quadro de aço pode ser recuperado, como de fato já aconteceu comigo, com uma specialized hardrock 1999 (quadro todo em aço cromo-molibdênio), cujo quadro foi realinhado e ficou ainda mais alinhadinho que quando saiu da fábrica…
por isso é possível se trabalhar com uma medida intermediária nas gancheiras. cubos de estrada usam espaço de 130mm, cubos de MTB usam espaço de 135mm, e alguns quadros de aço cromo-molibdênio usam o espaço de 132,5mm, que permitem que sejam montados com essas duas medidas.
se fabricado o quadro com cachimbos, teremos uma estrutura extremamente resistente. e claro, com um aspecto estético muito bonito, dependendo de como foi feito, de que cachimbos foram utilizados.
que  o aço cromo-molibdênio é o material dos mais resistentes e trabalháveis para se fazer quadros e garfos de bicicleta, dúvida não há. basta ver a quantidade de bicicletas para bmx, flatland e etc feitas nesse material. são bicicletas que sofrem esforços muito grandes, e duram mais se feitas em aço cromo-molibdênio.
claro, podemos ter bicicletas ótimas em outros materiais. eu mesmo adoro minha litespeed com quadro de titânio e garfo em fibra de carbono. também acho que bicicletas de competição devam ser feitas sim de fibra de carbono. se competisse, venderia até um rim para ter uma bela bicicleta de fibra de carbono, de ponta, alguma italianinha, com certeza. uma colnago ou pinarello!
mas não sou competidor, sou apenas um baixinho pesado que gosta de bicicletas resistentes e duráveis. portanto não é de estranhar que minhas bikezinhas sejam belezinhas que sobraram da última grande leva do aço cromo-molibdênio do início dos anos 90.
quer me deixar feliz? me mande aquele quadro parado, que usa caixa de direção standard, que eu terei prazer de montá-lo com minhas pecinhas antigas. e ele voltará a rodar p

moda esportiva

Cada vez mais justa, moda esportiva feita com tecidos que comprimem os músculos promete reduzir a fadiga e acelerar a recuperação pós-treino
As roupas de compressão voltam à cena. Depois de seduzir atletas com a controversa promessa de aumentar o rendimento no esporte, elas caíram novamente no gosto de esportistas profissionais e amadores.
Peças em tecidos elásticos, que ficam praticamente coladas ao corpo, ressurgem associadas a outros benefícios: o de reduzir a fadiga depois da atividade física e o de acelerar a recuperação da musculatura nos momentos de descanso.
O mercado tem meias, polainas, leggings, bermudas, camisetas, tops e macacões em tecidos especiais.
Agora é moda, mas o princípio é antigo. São roupas desenvolvidas a partir do conceito daquelas meias de compressão medicinais para varizes, que atuam sobre o sistema circulatório periférico, aumentando o retorno do sangue venoso e promovendo uma maior oxigenação celular nos músculos.
A influência das roupas compressivas no desempenho esportivo começou a ser estudada em bermudas, e entre os jogadores de vôlei, basquete e futebol. Logo depois vieram polainas, leggings e macacões para atletas de endurance, como triatletas, ciclistas e corredores. Agora, já estão circulando nas academias.
Após uma sessão de exercício intenso, sempre vem aquele desconforto que os especialistas chamam de dor muscular tardia, porque se manifesta de 24 a 48 horas depois da atividade.
Esse desconforto é um sintoma dos microtraumas causados nas fibras musculares que foram trabalhadas no exercício físico.
Pois o que essas vestimentas fazem é colocar ainda mais pressão sobre o corpo enquanto ele se movimenta, com a promessa de aliviar a dor muscular que virá depois e apressar a recuperação.
“Noventa por cento dos ciclistas do Tour de France já adotam essas roupas. No triatlo, o uso também é cada vez mais frequente”, diz o triatleta Ricardo Hirsch, também diretor técnico da assessoria esportiva Personal Life.
O próprio Hirsch tem uma meia compressiva, importada: “Suo para colocar, mas depois passo o dia inteiro com ela sob a calça e nem percebo. Sinto uma melhora na fadiga”, afirma.
MAIS SUSTENTAÇÃO
Um estudo que avaliou esse efeito foi feito pelo Cemafe (Centro de Medicina da Atividade Física e do Esporte), ligado à Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a pedido da Santaconstancia – empresa brasileira de desenvolvimento de tecnologia têxtil, que está investindo nesse filão.
“Durante a atividade física, a compressão dá maior sustentação à musculatura, o que reduz a sua vibração, preservando mais as fibras dos microtraumas”, explica o fisiologista do esporte Turíbio Leite de Barros, que coordenou o estudo.
Para conseguir esse efeito, a recomendação é, depois de uma hora de intervalo do exercício, o uso contínuo da peça de roupa por seis a oito horas por dia.
“A compressão ajuda a conter um tipo de edema que se forma na musculatura em função do processo inflamatório, diminuindo assim o desconforto pela maior circulação sanguínea na região. A compressão reduz o diâmetro das veias superficiais, aumentando o fluxo”, afirma o fisiologista.
Para chegar a essa conclusão descrita por Turíbio Barros, o estudo monitorou, em cinco ciclistas vestindo bermudas compressivas, a concentração de creatina-quinase (CK) – enzima decorrente do processo inflamatório, que funciona como um marcador da fadiga muscular.
Os ciclistas foram levados à exaustão em 30 minutos.
Nos testes de sangue realizados 24 horas, 48 horas e 72 horas depois da atividade, verificou-se uma redução de 26% na concentração de CK.
APENAS PERCEPÇÃO
Alguns desses novos produtos apregoam uma capacidade de prevenir ou diminuir as cãibras, mas isso é mais que improvável: não é verdade. “As cãibras têm origem metabólica, muitas vezes são causadas pela desidratação”, afirma o fisiologista.
A compressão parece ser mais eficaz em atividades de longa duração. “Corri 24 km com o macacão e, no dia seguinte, não tinha dor na panturrilha”, testemunha o triatleta Marcelo Butenas.
Sua assessoria esportiva, voltada para a praticantes amadores que buscam alta performace, é patrocinada pela marca Speedo, que fornece aos 300 alunos os macacões de compressão.
“Da experiência desses usuários, coletamos as informações para o desenvolvimento e o aperfeiçoamento das roupas”, informa o diretor da marca, Renato Hacker.
Apesar da constatação de alguns benefícios da compressão e do aumento do mercado dessas roupas, os parâmetros para seu uso ainda são pouco claros.
Não há, por exemplo, um padrão entre as marcas ou a definição sobre qual o nível mais adequado de pressão para cada caso ou região do corpo. A escolha e o uso das roupas supostamente terapêuticas ainda são baseados na percepção de quem as veste. Pura subjetividade.
Uma dificuldade é a variação nas medidas corporais de cada pessoa, como a circunferência da perna, por exemplo. Quem tem uma coxa mais grossa sofrerá uma compressão maior.
“Uma tendência para breve da indústria de vestuário esportivo é uma oferta mais ampla de tamanhos e formatos, para se aproximar mais da realidade de cada usuário”, afirma o consultor e engenheiro têxtil da Santaconstancia José Favilla.
SÓ PRESSÃO
Nos tecidos, a medida de pressão é feita em milímetros de mercúrio (mmHg). “Até 20 mmHg, a compressão é considerada terapêutica e não precisa ser informada nos produtos, diferentemente do caso das meias medicinais, que chegam a 40 mm Hg”, informa Favilla.
As peças esportivas fabricadas no Brasil são de baixa compressão: situam-se na faixa que varia de 6 mmHg a 15 mmHg.
“Não há interesse em produzir roupas mais fortes por uma questão estética. Os moldes são menores, elas marcam muito no corpo, fica feio. Em função disso, não há restrição ou risco de segurança no uso dessas roupas para os consumidores”, afirma o engenheiro têxtil.
Muitos esportistas brasileiros, no entanto, trazem do exterior peças com nível de compressão bem mais alto -isso quando não usam as próprias meias medicinais.
No mercado, também já há uma oferta maior de roupas de compressão importadas, como as da marca americana CX-W, que têm nível de compressão de 20 mmHg.
A nutricionista Luciana Bruno, 37, trouxe um par de meias compressivas dos EUA, depois de ver uma amiga usando. Comprou para experimentar nos seus treinos longos, mas diz que nem sabe o nível da pressão.
“A meia não mudou em nada o meu rendimento, mas sinto menos dor, ficou mais gostoso treinar”, afirma.
O doutor em cirurgia vascular pela USP Guilherme Yasbek diz que uma pressão acima de 30 mmHg só é indicada para quem tem problemas circulatórios. “O excesso de pressão tem o efeito de um garrote e pode causar prejuízos para a recuperação, ao invés de benefícios”, diz.

Moto? não, bibicleta com motor

Moto? não, bibicleta com motor

Conheça as vantagens da Bicicleta Motorizada

 

 

As bicicletas estão tão presentes em nossa história que têm até apelido: bikes, magrelas, camelos. O formato atual, desenvolvido no século XIX sofreu grandes variações com a entrada de materiais mais leves e resistentes, além de marcas e tamanhos para todos os gostos.
Mesmo assim, todo mundo lembra-se da sua primeira, ainda com rodinhas, e muita gente não troca o ato de pedalar por nada seja na hora de passear, fazer exercícios ou até mesmo trabalhar.
Mas, e se pudéssemos turbinar a boa e velha bicicleta? É isso que prometem as bicicletas motorizadas. Disponíveis em diversos modelos com potências de até 3HP, são uma alternativa para trechos maiores em que só o pedalar não daria conta.
Funcionam com uma mistura de gasolina e óleo que coloca em funcionamento um motor de dois tempos e alcançam até 30km/h. Um de seus grandes diferenciais, contudo, é a versatilidade. Basta desligar o motor e você tem uma bicicleta comum, e pode pedalar normalmente, sem alterações no funcionamento.
Moto? Não, eu sou uma bicicleta
Vale lembrar que não se trata de uma moto de baixa cilindrada. Bicicleta motorizada é uma bicicleta e por isso, precisa seguir as normas de trânsito e conduta deste tipo de veículo.
Por exemplo, você só pode circular nos lugares onde bicicletas comuns circulam, não pode andar no trânsito e deve evitar andar com o motor ligado em meio a pessoas.
Por outro lado, o fato de ser uma bicicleta não a transforma em produtos para todas as idades. Bicicletas motorizadas devem ser utilizadas só por pessoas com mais de 16 anos.
Que tal pegar uma bicicleta motorizada e curtir por aí?