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Praia Grande





uso atual: demolidacom trilhos
Data de construção do prédio atual: n/d (já demolido)
HISTORICO DA LINHA: O ramal de Angra, posteriormente chamado de ramal de Mangaratiba, foi inaugurado em 1878, partindo da estação de Sapopemba (Deodoro) até o distante subúrbio de Santa Cruz. Somente foi prolongado em 1911 até Itaguaí, e em 1914 chegou a Mangaratiba, de onde deveria ser prolongado até alcançar Angra dos Reis, onde, em 1928, a E. F. Oeste de Minas havia atingido com sua linha vinda de Barra Mansa. Tal nunca aconteceu, e o ramal, com trechos belíssimos ao longo da praia, muito próximo ao mar, transportou passageiros em toda a sua extensão até por volta de 1982, quando foi desativado. Antes disso, em 1973, uma variante construída pela RFFSA e que partia de um ponto próximo à estação de Japeri, na Linha do Centro, permitia que trens com minério alcançassem o porto de Guaíba, próximo a Mangaratiba, encontrando o velho ramal na altura da parada Brisamar. A variante, entretanto, deixava de coincidir com o ramal na altura da estação do Saí, onde desviava para o porto; com isso, nos anos 1980, o trecho original entre essa estação e Mangaratiba foi erradicado e os trens passaram a circular somente entre Deodoro e Santa Cruz, de onde voltavam. Hoje, esse trecho ainda é usado pelos trens de subúrbio, o trecho entre Santa Cruz e Brisamar está abandonado e o restante, Brisamar-porto, é utilizado pelos trens de minério apenas.
A ESTAÇÃO: A estação de Praia Grande foi inaugurada em 1925. Está desativada pelo menos desde os anos 1980, quando o trem de passageiros deixou de passar no trecho entre Santa Cruz eMangaratiba. Foi demolida, e absolutamente nada dela sobrou para contar sua história. Era provavelmente uma parada simples (no Guia Geral de 1960 é citada, realmente, como "PE"). Por outro lado, a paisagem que se descortina desta antiga estação é algo impressionante. Literalmente à beira da praia, a menos de 200 metros do mar, é inacreditável que se tenha erradicado um trem de passageiros como este. As fotos estão abaixo para serem conferidas. (Fontes: Guia Geral das Estradas de Ferro do Brasil, 1960; Vias Brasileiras de Comunicação, Max Vasconcellos, 1928; Jorge Alves Ferreira, 2007)

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